Amor, desamor, coisas que surgem, que mexem. Machucam, acalantam. Desaparecem, persistem. Uma vida. Uma vidinha. É Real ou irreal?
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
domingo, 25 de agosto de 2013
sábado, 17 de agosto de 2013
Esse poema foi feito sobre um guardanapo sujo!
Assim como ele está minha mente, repleta, indevida para o uso, longe do mundo.
É necessário reciclar: não o guardanapo, mais sim esse pensamento intruso.
Na verdade os dois se referem a como eu me sinto presa sobre os meus sentimentos
Eu risco nas paredes os traços dos dias
Tornou-se uma cadeia , minha mente tão cheia de utopia
Onde as grades são forjadas não de aço mais de melancolias.
Cutucando as feridas com o riso sínico está o senhor vigia!
Assim como ele está minha mente, repleta, indevida para o uso, longe do mundo.
É necessário reciclar: não o guardanapo, mais sim esse pensamento intruso.
Na verdade os dois se referem a como eu me sinto presa sobre os meus sentimentos
Eu risco nas paredes os traços dos dias
Tornou-se uma cadeia , minha mente tão cheia de utopia
Onde as grades são forjadas não de aço mais de melancolias.
Cutucando as feridas com o riso sínico está o senhor vigia!
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
Quando você "quer" alguém, sente desejo por ela, mas ela não quer...
Nossa, isso deixa cada vez mais prazeroso.
Quando você chega a ter perto das mãos é tão fascinante que chega ser o ápice,
mas na verdade você se pega em uma situação ridícula
de correr atras de quem sempre te negou.
E você vê o quão estupido eh fazer isso...
hehe
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